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quarta-feira, 9 de abril de 2008
INSUFICIÊNCIA VASCULAR CEREBRAL
INSUFICIÊNCIA VASCULAR CEREBRAL
No que consiste a cirurgia da carótida?
A cirurgia mais freqüente realizada na artéria caótica é a chamada endarterectomia que consiste em desobstruir o vaso removendo a placa de gordura que estreia sua luz. É uma cirurgia profilática que procura evitar que o paciente tenha um acidente vascular cerebral ( derrame ) ou evite um novo derrame.
Por que é necessária?
A placa de arteriosclerose ( gordura ), estreitamento a luz do vaso determina diminuição do fluxo sangüíneo para o cérebro e pode facilitar a formação de coágulos sobre ela. Estes coágulos podem se soltar serem levados, pelo sangue, para o fundo do olho (retina), determinando cegueira passageira, ou podem ir para o cérebro, ocluindo vasos e podendo ocasionar paralisias ( perda de força ). As conseqüências dessas obstruções podem ser transitórias ( acidente isquêmico transitória ) ou definitivas ( acidente vascular cerebral ), dependendo do tamanho dos fragmentos liberados e do local atingido no cérebro .
O que o paciente sente quando tem estreitamento da carótida?
Os sintomas mais freqüentes são: desfalecimento, dificuldade de articulação das palavras, perda de força e/ou adormecimento e/ou formigamento numa metade do corpo ou num membro e apagamento da visão em um olho. No entanto, o paciente pode não sentir nada, sendo, o estreitamento da artéria, achado no exame clínico.
Como é feito o diagnóstico?
O achado de sopro no pescoço, na projeção cutânea da artéria carótida, ao examinar o paciente indica a presença de estreitamento dessa artéria. No entanto, esse sopro pode ser detectado, também, em pacientes que não apresentam nenhum sintoma de insuficiência arterial cerebral. Por outro lado, alguns pacientes sintomáticos não apresentam esse sopro.
Em qualquer dessas circunstâncias deve-se estudar a carótida com o ultrassom Doppler que revelará as características da placa e o grau de estreitamento do vaso. Se este for acentuado ( 70% ou mais ) ou se a placa for irregular e ulcerada, a solução terapêutica poderá ser cirúrgica, o que será confirmado pela arteriografia ( cateterismo ).
Que tipo de anestesia é utilizada na operação e como é a recuperação pós-operatória?
A operação poderá ser realizada com anestesia geral ou com anestesia loco-regional, de acordo com a experiência do cirurgião e as características clínicas e psicológicas do paciente.
É conveniente que o paciente fique, nas primeiras 24 horas que se seguem à operação, na Unidade de Terapia Intensiva e, se não houver intercorrências, após 72 horas pode ter alta hospitalar. Durante aproximadamente 15 dias deverá evitar fazer esforço físico e, a seguir poderá, progressivamente recomeçar suas atividades habituais.
Quais os riscos dessa cirurgia?
A principal intercorrência da cirurgia da carótida e a mais temida é o acidente vascular cerebral ( derrame ), que é exatamente o que se quer evitar com a operação. Esta intercorrência é rara, ocorrendo em cerca de 1 a 2% dos pacientes durante a cirurgia.
Intercorrências de menor gravidade como hematoma local e lesões de nervos da região também não são freqüentes. Essas lesões decorre, em geral, de tração de afastadores dos nervos, podendo ocasionar, transitoriamente, desvio da língua quando colocada para fora da boca, alteração no timbre da voz, rouquidão, queda do lábio inferior do lado operado e dormência na orelha que desaparecem após 1 a 2 meses da cirurgia.
E a angioplastia?
No momento só deve ser empregada em casos muito selecionados, não havendo ainda experiência suficiente para uma indicação mais ampla desse procedimento na carótida.
No que consiste a cirurgia da carótida?
A cirurgia mais freqüente realizada na artéria caótica é a chamada endarterectomia que consiste em desobstruir o vaso removendo a placa de gordura que estreia sua luz. É uma cirurgia profilática que procura evitar que o paciente tenha um acidente vascular cerebral ( derrame ) ou evite um novo derrame.
Por que é necessária?
A placa de arteriosclerose ( gordura ), estreitamento a luz do vaso determina diminuição do fluxo sangüíneo para o cérebro e pode facilitar a formação de coágulos sobre ela. Estes coágulos podem se soltar serem levados, pelo sangue, para o fundo do olho (retina), determinando cegueira passageira, ou podem ir para o cérebro, ocluindo vasos e podendo ocasionar paralisias ( perda de força ). As conseqüências dessas obstruções podem ser transitórias ( acidente isquêmico transitória ) ou definitivas ( acidente vascular cerebral ), dependendo do tamanho dos fragmentos liberados e do local atingido no cérebro .
O que o paciente sente quando tem estreitamento da carótida?
Os sintomas mais freqüentes são: desfalecimento, dificuldade de articulação das palavras, perda de força e/ou adormecimento e/ou formigamento numa metade do corpo ou num membro e apagamento da visão em um olho. No entanto, o paciente pode não sentir nada, sendo, o estreitamento da artéria, achado no exame clínico.
Como é feito o diagnóstico?
O achado de sopro no pescoço, na projeção cutânea da artéria carótida, ao examinar o paciente indica a presença de estreitamento dessa artéria. No entanto, esse sopro pode ser detectado, também, em pacientes que não apresentam nenhum sintoma de insuficiência arterial cerebral. Por outro lado, alguns pacientes sintomáticos não apresentam esse sopro.
Em qualquer dessas circunstâncias deve-se estudar a carótida com o ultrassom Doppler que revelará as características da placa e o grau de estreitamento do vaso. Se este for acentuado ( 70% ou mais ) ou se a placa for irregular e ulcerada, a solução terapêutica poderá ser cirúrgica, o que será confirmado pela arteriografia ( cateterismo ).
Que tipo de anestesia é utilizada na operação e como é a recuperação pós-operatória?
A operação poderá ser realizada com anestesia geral ou com anestesia loco-regional, de acordo com a experiência do cirurgião e as características clínicas e psicológicas do paciente.
É conveniente que o paciente fique, nas primeiras 24 horas que se seguem à operação, na Unidade de Terapia Intensiva e, se não houver intercorrências, após 72 horas pode ter alta hospitalar. Durante aproximadamente 15 dias deverá evitar fazer esforço físico e, a seguir poderá, progressivamente recomeçar suas atividades habituais.
Quais os riscos dessa cirurgia?
A principal intercorrência da cirurgia da carótida e a mais temida é o acidente vascular cerebral ( derrame ), que é exatamente o que se quer evitar com a operação. Esta intercorrência é rara, ocorrendo em cerca de 1 a 2% dos pacientes durante a cirurgia.
Intercorrências de menor gravidade como hematoma local e lesões de nervos da região também não são freqüentes. Essas lesões decorre, em geral, de tração de afastadores dos nervos, podendo ocasionar, transitoriamente, desvio da língua quando colocada para fora da boca, alteração no timbre da voz, rouquidão, queda do lábio inferior do lado operado e dormência na orelha que desaparecem após 1 a 2 meses da cirurgia.
E a angioplastia?
No momento só deve ser empregada em casos muito selecionados, não havendo ainda experiência suficiente para uma indicação mais ampla desse procedimento na carótida.
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